Não sabe o que postar
Abre o app, olha a tela em branco e fecha. A página da semana fica pra próxima — e a próxima também.
"Eu tenho o que dizer no consultório. Na frente da câmera, dá branco."
Responde um briefing uma vez, escolhe um tema do radar e recebe o carrossel pronto — escrito na sua voz, dentro da ética do CFP. Sem travar no "não sei o que postar".
Capas reais geradas pelo Radar · toda semana, novas
Você sabe que precisa aparecer. Mas entre uma sessão e outra, postar vira a última coisa da lista — quando vira. Esses são os quatro nós que travam o terapeuta.
Síndrome da indecisão
de conteúdo.
É o travamento que acontece toda vez que você para na frente do celular e pensa: "o que eu posto hoje que de fato vale?" Não é preguiça, não é falta de conhecimento — você passou anos estudando comportamento humano. O ponto é outro: toda a sua formação foi construída para entender o paciente dentro da sessão, não para vasculhar o que o algoritmo está pedindo essa semana. São duas linguagens diferentes, e ninguém te preparou pra segunda.
Abre o app, olha a tela em branco e fecha. A página da semana fica pra próxima — e a próxima também.
"Eu tenho o que dizer no consultório. Na frente da câmera, dá branco."
Pensar tema, escrever, diagramar, revisar. São horas que você não tem entre atendimentos, supervisão e a vida.
"Quando sobra um tempo, eu quero descansar, não virar designer."
Dancinha, trend, promessa de cura — nada disso é você. Mas o que você vê por aí é só isso. Aí você prefere não postar.
"Não quero vender milagre. Quero passar seriedade, não viralizar."
Uma palavra fora do lugar e o post vira problema no Conselho. Na dúvida, o mais seguro parece ser o silêncio.
"Tenho medo de prometer resultado sem querer e cair na fiscalização."
Mesmo esqueleto editorial da A FUNDO, três caras diferentes. Sóbrio, adulto, com autoridade calma — nunca tom de coach. Todo carrossel já sai com seu selo de perfil e a linha exigida pelo CFP.
A palavra é a imagem — escala, contraste e respiro, sem foto e sem rosto. É o que mais "parece consultório" e o mais seguro perante o CFP. Cavalo de batalha do volume diário, pra quem quer postar todo dia sem nunca arriscar a régua da ética.
Fotografia em todo slide, ritmo de revista séria — dez slides que alternam quatro layouts pra prender o olhar do começo ao fim. Quando o tema pede autoridade e peso editorial, é ele que carrega. É o carrossel que faz o perfil parecer publicação, não post.
A imagem vira ilustração desenhada à mão — calor, traço humano, paleta mais quente. Fala a língua de quem atende criança, casal ou trabalha acolhimento, e leva o tema delicado sem expor pessoa real. O formato que abraça antes de explicar.
O briefing é respondido uma vez e treina a sua voz. Depois disso, cada peça nasce de um tema que você escolhe — e chega pronta na tela pra você aprovar e levar pra publicar.
Uma vez. Captura sua voz, sua dor de paciente e sua linguagem real. É o que tira a peça da cara de robô.
O radar entrega temas do seu nicho. Você aponta o que faz sentido pra sua semana e seu público.
O carrossel chega na sua área de entrega, na sua voz, com selo e linha do CFP já no lugar.
Gostou, aprova. Não gostou, regenera. Manda pro seu Telegram ou baixa e posta do celular.
Preço de entrada baixo, escada no que é caro de produzir — o carrossel editorial com foto. Sem revisão humana atrasando: as travas automáticas garantem voz, formato e ética.
Preço de fundador
Voz treinada incluída
Radar diário + curadoria
Preço de fundador trava pros primeiros · sem fidelidade · cancele quando quiser
O sonar que aponta o que vale postar — antes de você gastar um minuto tentando descobrir.
Pense num sonar: ele não gera o tema — ele apita quando encontra algo com valor real por perto. É exatamente o que o Radar de Conteúdo faz a cada semana no seu nicho. Rastreia o que está movendo o paciente que você quer atrair, devolve os temas mais quentes e já entrega 8 roteiros prontos para você escolher. Você para de adivinhar o que postar e começa a trabalhar com o que já tem substância.
O coração do mecanismo. Duas vezes por semana, o Radar pesquisa o que está em movimento no universo da psicologia e da saúde mental, seleciona os temas com potencial real de conexão com o seu seguidor e devolve 8 roteiros organizados por formato. Você não parte do zero: parte de um mapa.
Mas sonar sem voz é mapa mudo. E mapa mudo sem ética é armadilha. Por isso o Radar tem dois pilares que o sustentam:
O Radar acha o tema, mas quem escreve precisa soar como você. O briefing inicial captura seu jeito de falar, as expressões que você usa no consultório e a dor que você enxerga no seu paciente. O conteúdo sai com esse DNA: preciso e identificável.
Não dá pra separar conteúdo de ética quando você é psicólogo. Promessa de cura, preço, escassez, caso clínico — a maioria dos packs ultrapassa essas linhas sem perceber. Aqui, cada peça passa por uma trava automática antes de chegar até você: zero sensacionalismo, zero risco de processo.
O Radar acha o tema da semana, a sua Voz escreve, a Linha do CFP protege — e o carrossel chega pronto para você só aprovar.
Aparecer com consistência sempre cobrou um preço: contratar alguém que não entende de clínica e não conhece o seu paciente — ou desaparecer do feed. Acabou. Agora é você quem comanda o que vai pro ar todo dia, falando a dor do seu público, pra atrair quem precisa de você e virar paciente.
O conteúdo do seu consultório, finalmente sob o seu comando.
A plataforma é corresponsável pelo que gera. Por isso o que o Conselho proíbe nunca sai — e o que ele exige está sempre na peça. Base: CEPP Res. CFP 10/2005 e Nota Técnica CFP 01/2022.
Conteúdo genérico não é culpa sua — é o que acontece quando a ferramenta não te conhece. O A FUNDO pesquisa o que está em movimento no seu nicho, escreve com a sua linguagem e entrega dentro da linha do CFP. Você aprova, posta, e o feed para de parecer que foi feito em série.
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